Minha vida é um livro 'mais ou menos' aberto.
Eu conto o que não me importa contar e o que não me compromete.
Aqui você encontra partes de idéias, pedaços da minha vida
e comentários especificamente genéricos.
Existo, logo, penso.
O que não quero dizer, permanece não dito.
(Frase de Ricardo Romualdo, amigo que eu sigo no Facebook)
Achei a frase ótima e tive de copiar para a minha bolsa amarela!
Foi mais forte do que eu.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Utilidade pública
Oi Galera,
Segue aqui um momento utilidade pública.
Olhem este blog e seus depoimentos,
eu também já tive más experiências com a Ponto Frio,
e acho positivo alertarmos outros clientes.
Abração,
http://naocompremnopontofrio.blogspot.com/
Segue aqui um momento utilidade pública.
Olhem este blog e seus depoimentos,
eu também já tive más experiências com a Ponto Frio,
e acho positivo alertarmos outros clientes.
Abração,
http://naocompremnopontofrio.blogspot.com/
domingo, 8 de agosto de 2010
Nós, da Eva Furnari
Alguém já ouviu falar do livro "Nós", da Eva Furnari?
O livro fala sobre uma menina diferente que andava rodeada de borboletas e bolinhas de sabão e isso fazia dela motivo de gozação de todas as outras crianças.
Um dia de tanto caçoarem dela, ela criou uns "nós" no próprio corpo,
e estes "nós" não permitiam que ela chorasse.
Decidiu, então, ir embora daquele lugar onde morava.
No caminho encontrou um menino diferente -
que ela achou que iria rir dela,
como as outras crianças faziam,
mas depois percebeu que ele era legal e que também tinha "nós"
e, importante, aprendeu a desfazê-los.
Ao final da história, ele ensina a menina
como desatar estes nós e eles tornam-se grandes amigos!
Não sei se mais alguém enxergaria o que eu enxerguei,
mas na primeira vez que eu li esse livro
pensei nas contraturas musculares do meu corpo.
Pensei na Fibromialgia.
Lembrei das orientações do Lowen sobre o quanto as pessoas
retraem suas emoções desde a infância e acabam desenvolvendo
contraturas musculares que depois as enrijecem.
E, confesso, me emocionei, que essa história
estivesse ali, na minha frente, tão linda e tão delicada.
E tão fácil de compreender.
Sugiro aos fibromiálgicos,
aos familiares e aos terapeutas de plantão,
que leiam esse livro doce e delicado
para melhor compreenderem quem somos nós:
os fibromiálgicos, e o quanto precisamos apenas
aprender melhor como lidar com nossas emoções.
E, assim, nos libertarmos, dos nossos "nós".
O livro fala sobre uma menina diferente que andava rodeada de borboletas e bolinhas de sabão e isso fazia dela motivo de gozação de todas as outras crianças.
Um dia de tanto caçoarem dela, ela criou uns "nós" no próprio corpo,
e estes "nós" não permitiam que ela chorasse.
Decidiu, então, ir embora daquele lugar onde morava.
No caminho encontrou um menino diferente -
que ela achou que iria rir dela,
como as outras crianças faziam,
mas depois percebeu que ele era legal e que também tinha "nós"
e, importante, aprendeu a desfazê-los.
Ao final da história, ele ensina a menina
como desatar estes nós e eles tornam-se grandes amigos!
Não sei se mais alguém enxergaria o que eu enxerguei,
mas na primeira vez que eu li esse livro
pensei nas contraturas musculares do meu corpo.
Pensei na Fibromialgia.
Lembrei das orientações do Lowen sobre o quanto as pessoas
retraem suas emoções desde a infância e acabam desenvolvendo
contraturas musculares que depois as enrijecem.
E, confesso, me emocionei, que essa história
estivesse ali, na minha frente, tão linda e tão delicada.
E tão fácil de compreender.
Sugiro aos fibromiálgicos,
aos familiares e aos terapeutas de plantão,
que leiam esse livro doce e delicado
para melhor compreenderem quem somos nós:
os fibromiálgicos, e o quanto precisamos apenas
aprender melhor como lidar com nossas emoções.
E, assim, nos libertarmos, dos nossos "nós".
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