Eu achava que o Jerry era psicótico.
Ele tinha uma piração, de que todos os amigos dele eram a fim de ficar comigo.
Na verdade, eu só descobri isso depois do divórcio.
Casada, eu só achava ele ciumento demais, cansativo de tão ciumento.
Já contei pra dezenas de pessoas, que eu chegava no trabalho às 14h,
mas quando eu chegava ele já tinha ligado umas 3 vezes,
e eu recebia esse recado umas tres vezes pelo menos.
Eu odiava aquilo!
No início, eu até achava bonitinho, depois aquilo virou o inferno.
Esgotante!
Cansativo!
Anormal!
Quando a gente se separou ele me contou todas as loucuras
que tinha dentro da cabeça dele. Fiquei chocada!
Eu nunca tive metade das idéias malucas que existiam na cabeça dele.
Nem nos meus piores dias de fúria, eu cheguei aos pés da criatividade dele.
Por essas contingências da vida, eu tive a mesma sensação hoje.
Um ser psicótico cruzou minha vida.
E eu, quero ficar o mais longe possível de gente que tem essa doença.
Pois estas pessoas me fazem mal.
Elas não estão olhando pra gente.
Elas estão olhando para o própria capacidade de ser infiéis.
E jogando esse lixo pra cima de nós.
E a coisa que mais me machuca é não ser vista realmente como eu sou.
E gente psicótica, nunca te enxerga, só enxerga a sua loucura.
Gente psicótica te suga, finge que te ama, e desfia loucura ao teu redor.
E eu sou vulnerável a esse veneno.
E só existe uma forma dessa doente me atingir.
E pra alegria dela, eu vou cortar o mal pela raiz.
A única conexão que nós podemos ter vai ser rompida.
Pois entre ele e eu, eu ainda sou mais eu.
Hoje, cheguei a pensar que a dor inexplicável que eu tive durante o ano novo,
veio dessa doente, através dele.
Por isso vou ficar longe de tudo que tenha relação com os dois.
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